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CONCEICAO E A EDUCACAO
 


TRABALHO FINAL DO CURSO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

Modulo – Competências Básicas

A  POLÍTICA DO ATUAL GOVERNO EM RELAÇÃO À EDUCAÇÃO E O PAPEL DO FNDE NESSA POLÍTICA

O Governo Federal, nas últimas décadas tem financiado programas,projetos e ações por intermédio do FNDE, que se fossem seguidas pelos estados e municípios, a educação do país já estaria  bem diferente.

 Reconheço que estão acontecendo mudanças, em todos os níveis de governo. Os cidadãos, como pais, alunos, e as instituições de educação, enfim a sociedade, começam  a  se manifestar, a participar,  e se engajar no processo democrático brasileiro, a tomar para se, as responsabilidades, assumindo  as conseqüências quando realizam o acompanhamento e a fiscalização dos recursos públicos, muito embora, tenham que sofrer conseqüências discriminatórias, por não comungarem com  práticas excludentes de seres humanos.

A criação dos Conselhos, a efetivação e a capacitação dos membros,tem facilitado esse processo. Os Conselhos tem  a função de promover o reordenamento das políticas, podendo realizar diagnóstico, construir proposições e  fazer denúncias.

Esse caráter exercido pelos conselheiros deve-se a sua formação plural representando  o estado e a sociedade civil, com  natureza deliberativa e  consultiva, e função fiscalizadora e mobilizadora, estas características  oferecem ferramentas para a sociedade cumprir o seu papel social, que é o acompanhamento e a fiscalização dos recursos públicos.

O meu município tem sido beneficiado com todos os programas do FNDE.

O PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR, que considero um dos indispensáveis para o desenvolvimento educacional dos discentes, poderia ser melhor:

- Se houvesse maior investimento por parte da administração, completando os recursos do Governo Federal, inclusive na aquisição de equipamentos de armazenamento.

- Se a Secretária de Educação, tivesse autonomia  poderia desenvolver um Projeto que tivesse a parceria da Educação,  da Ação Social e da Agricultura.

- Se as Secretárias de Ação Social e Educação reunissem as famílias para uma conscientização e envolvimento com  as ações escolares,familiares e sociais.

- Se a Secretária de Agricultura organizasse Cooperativas de trabalho, com as Famílias, que são assistidas pelo poder público, pelo Programa Bolsa Família, e realizasse a capacitação dos cooperados e viabilizasse o financiamento para os cooperados produzirem os alimentos.

 Utilizando a agricultura familiar para fornecimento complementar da Alimentação  Escolar, gerando emprego e renda no município para as famílias.

-Chamar o SEBRAE para o  fortalecimento do empreendedorismo;

-Chamar o SENAI, para realizar a Capacitação Profissional;

-Se o Conselho de Alimentação Escolar fizesse o acompanhamento e a fiscalização das ações direcionadas à Alimentação Escolar, teríamos mais êxito.

-Se o poder Público fizesse seu papel corretamente não teríamos desvios;

-Se as diretoras de escolas tivessem consciência de sua administração;

-Se os alunos pudessem reclamar e serem ouvidos;

-Se os pais participassem da elaboração do cardápio, como está previsto no regimento interno do Conselho da Alimentação Escolar.

 Desta forma seria minimizada a dependência dos diferentes níveis de  governo, dando autonomia financeira aos cidadãos .

 E ainda  deixaríamos de adquirir produtos enlatados e superfaturados, pois a mesma empresa , fornece biscoitos e outros alimentos  industrializados  a mais de 10 anos.

 Será que essa licitação é verdadeira? Não faço parte da comissão de Licitação.

 O governo também poderia realizar a fiscalização, pois os cidadãos, não têm força, para além da denúncia.

Conceição Viégas

 

 

 



Escrito por conceicaoviegas às 11h16
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Iniciamos uma nova etapa no Brasil, a fase da moralização na educação, em nível federal, estadual e municipal.

 Para ser justa, é preciso testemunhar que atualmente o Ministério da Educação tem realizado investimentos que se fossem aplicados integralmente nas ações definidas no Plano de Ações Articuladas, assinados em 2007, pelos gestores, e planejados com as equipes das Secretarias de Educação com o apoio técnico do MEC, já teriamos outra realidade, para testemunhar.

São muitos os programas: Mais Educação, Proinfo, Ação e Educação,PDDE, PDE, Escola de Tempo Integral, Segundo Tempo, Saúde na Escola, Escola Ativa, Salas de Recursos Multifuncioal, Inclusão de pessoas com necessidades especiais e tantos outros...

Existem também investimentos para construções de creches, quadras escolares, e outras...

Existem  problemas que se fossem solucionados minimizariam esse desmando.

Posso citar a falta de fiscalização e de punição, a impunidade assegura o desrespeito pelos educadores, pelos alunos pelas famílias, enfim pela sociedade. Neste momento o Jornal Nacional acaba de informar, que a partir de então as prestações de contas serão realizadas via eletrônica, e que desta forma, será cumprida a lei de Responsabilidade Fiscal, 8.666. Não percamos as esperanças, pois ela é a última que morre.

Por exemplo os recursos do FUNDEB, que segundo a LDB, deveriam ser planejados e executados pelos Secretários de Educação.

 Estes não tem autonomia financeira, e por conseguite, não podem realizar nenhuma mudança para melhor, e como realizar as prestações de conta?

O Conselho do FUNDEB,que tem como responsabilidade a fiscalização, como faze-la, se não tem acesso também as prestações de contas?



Escrito por conceicaoviegas às 19h16
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Quero parabenizar a professora Amanda do Rio Grande do Norte, pela coragem e iniciativa para denunciar o Sistema de Educação deste país, que está merecendo revisão com urgência e muita seriedade.

 

 



Escrito por conceicaoviegas às 15h36
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POSICIONAMENTO  DA ESCOLA ESPECIAL PROFESSORA MARIA JOSÉ CORRÊA VIÉGAS   FRENTE A POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA  DO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO.

METAS PARA 2011

1 - ESTABELECER CONVÊNIO COM A SECRETARIAS MUNICIPAL DE EDUCÇÃO, AÇÃO SOCIAL, SAÚDE, MEIO AMBIENTE,TRABALHO E LAZER;

2 - INCLUIR TODAS AS CRIANÇAS DE 0 AOS 06 ANOS DA EDUCAÇÃO INFANTIL NA REDE PÚBLICA E OU PARTICULAR.

3 - CAPACITAAR AS FAMÍLIAS PARA APOIAR E FISCALIZAR O ATENDIMENTO E A  INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ENSINO REGULAR;

4 - CRIAR O “ CENTRO DE FORMAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA”  ONDE FUNCIONARÁ  O  ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO; E  ORGANIZAR  UM  LABORATÓRIO DE PESQUIZA NA ÀREA DA  APRENDIZAGEM DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL,   DO SESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR, E PSICOSOCIAL;

5 -  NAS   SALAS  DE RECURSOS  REALIZAR   ATIVIDADES PARA O DESENVOLVIMENTO DOS PROCESSOS MENTAIS SUPERIORES, CRIATIVIDADE, LIBRAS, BRAILE, SOROBAM, ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE.

6 -  DESENVOLVER METODOLOGIAS DE APOIO AO ENFRETAMENTO DAS DIFICULDADES DE APRENDER.

7 - DESENVOLVER PROGRAMAS E PROJETOS SOCIAIS E OU EDUCACIONAIS, NA MODALIDADE DE – EJA - PARA INCLUSÃO DOS ADULTOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS  ESPECIAIS, MAIORES DE 18 ANOS;

8 – IMPLEMENTAR OFICINAS TERAPEUTICAS OU PEDAGÓGICAS PARA REALIZAR A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAIS DOS ALUNOS COM NECESSIDADES ESPECIAIS;

a)      HORTICULTURA

b)      PSICULTURA

c)       CAPRINOCULTURA

d)      AVICULTURA

9 - UTILIZAR A EXPERIÊNCIA DOS  PROFISSIONAIS ESPECIALIZADOS DA APAE PARA REALIZAREM O  ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO -AEE, NAS SALAS DE RECURSOS;

10 -  REDIMENSIONAR A ESTRUTURA FÍSICA DAS  SALAS DE AULA , ADAPTANDO  - AS  PARA  SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAL;

a)      BRINQUEDOTECA

b)      BIBLIOTECA

c)       INCLUSÃO DIGITAL

d)      LIBRAS

e)      ARTES, ESPORTES E CULTURA



Escrito por conceicaoviegas às 18h00
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avaliacao da aprendizagem

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR

(Cipriano C. Luckesi)

 

“O modo de trabalhar com os resultados da aprendizagem escolar – sob a modalidade da verificação – reifica a aprendizagem, fazendo dela uma coisa e não um processo.

         O momento da aferição do aproveitamento escolar não é o ponto definitivo de chegada, mas um momento de parar para observar se a caminhada está correndo com a qualidade que deveria ter. Neste sentido, a verificação transforma o processo dinâmico da aprendizagem em passos estáticos e definitivos. A avaliação, ao contrário, manifesta-se como um ato dinâmico que qualifica e subsidia o reencaminhamento da ação, possibilitando conseqüências no sentido da construção dos resultados que se desejam”.



Escrito por conceicaoviegas às 16h45
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